6º ato! o velhinho do doce...
Me propus, aqui, a escrever sobre o cotidiano, de quem, não importa... na maioria das vezes acaba por ser o meu... whatever...
O legal de reparar no cotidiano são aquelas coisas que sempre estão lá... e quase ninguém nota.
Toda dia que eu vou pra universidade eu passo por um velhinho que vende doces caseiros na rua. Ele coloca uma barraquinha na calçada e vende lá os docinhos... sempre sorrindo. Algumas vezes ele leva um menino de uns 7 ou 8 anos que aparenta ser seu neto.
É um velhinho simpático, meio calvo de cabelos e bigode brancos. Não sei bem porque, mas eu me sinto bem quando eu passo por ele, me dá vontade de sorrir.
Outro dia eu passei pela rua e não o vi. Fiquei pensando o que teria acontecido para ele não estar lá. Fiquei até meio triste. Sei lá, loucura minha, ou não.
No dia seguinte ele também não estava lá. Quase ‘morri’.
Na semana seguinte eu queria comprar um doce pra uma amiga minha, estava ele lá, sorrindo, como sempre. Comprei o tal do doce, no dia seguinte levei pra minha amiga. Como eu nunca tinha comido esse doce, eu a perguntei se estava/era bom. Ela respondeu que aquele não estava bom do jeito que é. Me mordi de raiva do velho. Pensei: velho safado!!! fica me vendendo doce ruim!!!No dia seguinte passo eu pela rua e lá está ele. Com o sorriso no rosto. Pensei que ficaria com ‘raiva’ dele. Doce ilusão. Passo por ele e me sinto bem, não consigo não gostar dele. Fazer o quê?!
O legal de reparar no cotidiano são aquelas coisas que sempre estão lá... e quase ninguém nota.
Toda dia que eu vou pra universidade eu passo por um velhinho que vende doces caseiros na rua. Ele coloca uma barraquinha na calçada e vende lá os docinhos... sempre sorrindo. Algumas vezes ele leva um menino de uns 7 ou 8 anos que aparenta ser seu neto.
É um velhinho simpático, meio calvo de cabelos e bigode brancos. Não sei bem porque, mas eu me sinto bem quando eu passo por ele, me dá vontade de sorrir.
Outro dia eu passei pela rua e não o vi. Fiquei pensando o que teria acontecido para ele não estar lá. Fiquei até meio triste. Sei lá, loucura minha, ou não.
No dia seguinte ele também não estava lá. Quase ‘morri’.
Na semana seguinte eu queria comprar um doce pra uma amiga minha, estava ele lá, sorrindo, como sempre. Comprei o tal do doce, no dia seguinte levei pra minha amiga. Como eu nunca tinha comido esse doce, eu a perguntei se estava/era bom. Ela respondeu que aquele não estava bom do jeito que é. Me mordi de raiva do velho. Pensei: velho safado!!! fica me vendendo doce ruim!!!No dia seguinte passo eu pela rua e lá está ele. Com o sorriso no rosto. Pensei que ficaria com ‘raiva’ dele. Doce ilusão. Passo por ele e me sinto bem, não consigo não gostar dele. Fazer o quê?!


3 Comments:
Eu acho lindo, quando alguém começa a estranhar coisas que parecem tão normais no cotidiano. E achei engraçado a sinceridade do velhinho. rs
=** Muié.
Babáááaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!
Só queria falar oi =(
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